janeiro 8 2015

Vanessa Queiroz

Mitos no estudo do inglês




O inglês é uma língua muito estudada em todo o mundo, e com tanta procura, certos mitos relacionados a seu aprendizado foram difundidos com o passar do tempo. Com isso, algumas pessoas se sentem desestimuladas, com receio de se matricular em um curso, já que acabam acreditando nessas informações erradas. Veja a seguir os maiores mitos no estudo de inglês e saiba porque nada te impede de aprender um novo idioma!

Mito 1 – a melhor forma de aprender uma língua é morando fora do Brasil

Muitos pensam que apenas o fato de morar em um país estrangeiro significa que automaticamente irão aprender uma nova língua. Isso não é verdade. É claro que fazer um intercâmbio é uma experiência enriquecedora, não apenas para o aprendizado de inglês, mas também para a aquisição de cultura. O importante é saber que acima de tudo, é preciso ter dedicação nos estudos e exposição à língua, e isso pode ocorrer também no Brasil, por meio dos cursos de inglês. O fato isolado de se mudar para outro país não é suficiente para que alguém seja fluente.

Imagine uma pessoa que não fala absolutamente nada em inglês e decide morar fora do Brasil. Por questões de sobrevivência, ela saberá se comunicar em situações do cotidiano, mas provavelmente cometerá erros de gramática e pronúncia, além de utilizar estruturas limitadas. O vocabulário usado será bem básico, já que ela será forçada a utilizar o idioma em sua rotina na cidade. Hoje em dia, com as facilidades da tecnologia, é possível criar um “ambiente de imersão” em casa: usando o chat internacional ou sessões no Skype, assistindo séries, filmes e programas de TV no idioma original, lendo livros ou notícias… Tudo feito de forma prática e bem econômica!

Mito 2 – só pode ser proficiente em inglês quem começou a estudar a língua desde cedo

Aprender inglês desde a infância tem vários benefícios, já que quando pequenos temos maior facilidade de reproduzir os sons e aceitar as diferenças do idioma. Também é verdade que as crianças e adolescentes têm mais tempo para estudar, em relação a um adulto que trabalha e faz graduação.

Mas não é apenas por tais fatores que um adulto não poderá se tornar proficiente, ou seja, dominar a gramática, falar fluentemente, escrever textos em inglês e ouvir bem diferentes tipos sotaques, com excelente compreensão. O sucesso no aprendizado depende da exposição do aluno a situações onde ele possa desenvolver suas habilidades, seja em sala de aula, vendo filmes, ouvindo músicas ou lendo livros. É preciso estar em contato com a língua, fazer uso do conteúdo aprendido e saber corrigir seus próprios erros, mesmo fora do ambiente escolar. Em um curso de inglês, o aluno recebe diversos estímulos, com as correções e feedback do professor, o material de apoio, aulas de conversação, listening e atividades extras.

Mito 3 – só vale a pena estudar com professores nativos

O país de origem de um professor não é o fator que faz dele um bom profissional. Ou você seria um ótimo professor de língua portuguesa apenas por que nasceu no Brasil? Na verdade, o que importa é a qualificação do professor, seja ele nativo de um país estrangeiro ou falante de sua língua materna.

O profissional deve ter habilidade para ensinar o conteúdo de forma clara, atender às necessidades dos alunos e seguir a metodologia do curso. Além disso, obviamente ele deve ter conhecimento das mais variadas estruturas da língua, como a norma culta, mas também gírias e expressões coloquiais. Um diploma de graduação ou um certificado internacional de proficiência são excelentes indicadores para a carreira de um professor de inglês, além de sua experiência na área.

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Sobre o autor: Vanessa Queiroz

Vanessa Queiroz é formada em Letras pela Universidade São Judas Tadeu e já atuou como professora de inglês nas escolas Wizard, Yágizi e Lexical.


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