fevereiro 5 2012

Anna Raphaela Drumond

Escolas de Inglês: um investimento que pode mudar sua vida. Para melhor!




Escolas de Inglês: a escolha do curso não deve ser só pelo preço. O método e a comodidade são tão importantes como o valor do seu investimento. Veja aqui dicas de como escolher a melhor escola para você.

Há cerca de 200 anos atrás o ensino de idiomas no Brasil teve início com as aulas de francês, língua que exercia mais influência na cultura mundial. A língua era ensinada nas escolas ou em aulas particulares, porém era um privilégio dos mais abastados. Após a Segunda Guerra Mundial o inglês passou a ser uma língua poderosa, por vários motivos, desde o político até o estrutural. Nessa época, o inglês passou a ser ensinado nas escolas do Brasil e cursos e escolas começaram a surgir por todo o país.

De uns tempos para cá o ensino de inglês se popularizou e muitas pessoas puderam começar a estudar a língua devido à melhora da situação econômica do Brasil. Com muita concorrência, as escolas de língua inglesa passaram a oferecer cursos com preços acessíveis ainda mantendo sua qualidade. Além disso, há escolas de inglês em muitas cidades, e em todos os bairros. Deve existir uma ou mais escolas de inglês bem pertinho da sua casa.

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Qual é o tipo de curso?

Preço, comodidade, opções. Isso as escolas oferecem. Mas e a qualidade do ensino, como fica? Algumas escolas de inglês tradicionais oferecem métodos focados na gramática, tradução e repetição tais como FISK e WIZARD, já o CCAA foca na gramática e repetição. Esse método funciona para quem é bem disciplinado e tem boa memória. Outros cursos de inglês como o CNA, Yázigi, Skill, entre outros, oferecem um curso focado na comunicação e na conversação, colocando o aluno em situações específicas como fazer compras ou ir a uma festa para ensinar vocabulário e gramática. Esse método funciona para aqueles que têm boa percepção: as estruturas não ficam restritas a essas mesmas situações e o estudo da gramática – o que é importante para o entendimento lógico da língua – não é abordado tão vigorosamente como em outros métodos. Todas esses cursos de inglês elegem o inglês americano como base de ensino. A tradicionalíssima Cultura Inglesa não segue somente os padrões britânicos, ela dá ao aluno a chance de conhecer também outros sotaques que são falados em outros países além da Inglaterra. Não pense que é só o sotaque que muda. As duas variações diferem um pouco em sua estrutura e muito em seu vocabulário. O interessante é sempre saber um pouco das duas variantes, a americana e a britânica.

Apesar das escolas de língua inglesa investirem em novas metodologias, tecnologias e na formação dos professores, o aprendizado depende muito mais do próprio aluno. É importante que além de assistir as aulas e fazer os exercícios, você também procure outras formas de estudar fora do curso que sejam agradáveis a você. Ver filmes sem legenda, ouvir música e ler textos em inglês são essenciais para o aprendizado, além de ajudar você a avaliar seu conhecimento. Lembre-se que aprender um idioma é como aprender a falar quando se é bebê. Você começa com poucas palavras, trocando letras, mas logo está se comunicando fluentemente. Para isso é imprescindível estar em contato diário com a língua, para não “esquecer como se fala”.

Se você tem muita vontade de falar inglês, pesquise bastante antes de se matricular em uma escola. Visite as escolas próximas do sua casa ou trabalho, assista aulas como ouvinte e converse com os alunos para saber mais. Lembre-se sempre que aprender inglês não é uma tortura e a escola de inglês e os professores devem te ajudar a achar o melhor caminho para o seu sucesso. Cobre sempre isso deles! Dedicar um tempo do seu dia ao estudo do inglês irá com certeza trazer muitos benefícios no seu presente e mais ainda no seu futuro.


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